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#DesafioBookster2018 – Agosto

Posted on 30 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
#DesafioBookster2018 – Agosto

#desafiobookster2018
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. – Mês: Agosto – Categoria: Livro publicado na década de 1970 – Livro escolhido: “A hora da estrela”, Clarice Lispector (1977)

Para quem ainda não conhece, o Desafio Book.ster 2018 foi lançado com o objetivo de, seguindo uma ordem temporal, incentivar a leitura de obras clássicas publicadas no século XX. A ideia é simples: 12 livros, 12 décadas. Por exemplo, em janeiro lemos um livro publicado entre 1900 e 1909. E por aí vai… Se você ainda não começou, ainda dá tempo de participar, é só escolher um livro para esse mês e que tenha sido publicado na década de 50…
No início de todo mês venho aqui apresentar o livro escolhido, assim como algumas sugestões para de obras publicadas na década respectiva!

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Finalmente vou ler meu primeiro livro de Clarice! Para muitos, a autora ocupa o topo da lista de preferidos. Na hora de escolher por qual começar, optei por “A hora da estrela”, uma de suas obras mais renomadas e o último romance de sua autoria. Nesse livro, Clarice dá voz à Macabéa, uma mulher oprimida, órfã de pai e de mãe, que parte do sertão de Alagoas para o Rio de Janeiro, em busca de condições menos precárias. A narrativa, contada pelo escritor Rodrigo, um alter-ego de Clarice, promete trazer ao leitor o retrato da vida como ela: personagens humanizados e simples, que sofrem, mas que não deixam de almejar a felicidade. Detalhe para a edição da @rocco em comemoração aos 40 anos desse clássico da literatura brasileira, com diversos textos de apoio e reproduções do texto original da autora.
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Além de “A hora da estrela”, indico os seguintes livros publicados na década de 1970: “A pedra do reino”, Ariano Suassuna (1970); “As cidades invisíveis”, Italo Calvino (1972); “O arco-íris da gravidade”, Thomas Pynchon; “As meninas”, Lygia Fagundes Telles (1973); “Os despossuídos”, Ursula Le Guin (1973); “Lavoura Arcaica” (1975); e “O jardim de cimento”, Ian McEwan (1978).
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E você, já escolheu sua leitura de agosto?

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#bookster #desafioliterario #literatura #ahoradaestrela #literaturanacional #claricelispector

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Adua, Igiaba Scego

Posted on 28 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
Adua, Igiaba Scego
Um romance extremamente forte e impactante, que tem como pano de fundo as consequências de um colonialismo devastador e a relação conturbada – e violenta – de um pai e filha. Nascida na Somália da década de 70, Adua teve uma infância marcada pela indiferença e falta de afeto por parte de seu pai, Zoppe, e ainda foi vítima da mutilação genital feminina quando criança. Com a morte de sua mãe no parto, Adua acaba sendo vista como responsável pelo ocorrido.

Sem ter muito a que se apegar em seu país, Adua migrou para a Itália com a promessa de se tornar uma atriz de cinema de sucesso. Mas a protagonista logo percebe que foi enganada e que, na verdade, seu destino seria marcado por muito sofrimento. A história é narrada em primeira pessoa, por uma Adua de idade mais avançada que, depois de tanto tempo morando na Itália, ainda não sabe identificar qual a sua verdadeira casa.

Além dos capítulos que levam o seu nome, a narrativa é alternada com capítulos sobre a história Zoppe e com pequenos capítulos contendo sermões – bem duros – que Adua ouvia de seu pai. Zoppe atuou como intérprete dos italianos, a serviço do regime fascista nos anos que antecederam a 2a Guerra. Além de vitima de racismo, por ser um negro trabalhando em um ambiente cercado com homens brancos, Zoppe também sofria com uma culpa dilacerante, por ajudar os inimigos na guerra contra o seu próprio povo. Apesar de todo esse sofrimento, Zoppe se torna um pai ausente e agressivo.

É um livro curto, mas gigante em seu conteúdo. São muitos temas abordados e que reforçam os problemas decorrentes do colonialismo na África, como imigração e racismo. Foi um livro que terminei com uma sensação de querer mais,  senti que a autora poderia ter entretido o leitor por mais páginas, principalmente sobre os detalhes da vida do pai da protagonista. A narrativa não é linear e em alguns momentos pode deixar o leitor um pouco confuso, mas nada que atrapalhe a experiência com a obra.

Ao final, Igiaba, filha de somalis e nascida na Itália, conta para o leitor um pouco do processo de escrita da obra e de características histórias dos diferentes momentos em que a narrativa se desenvolve.

Trecho do livro:

“Nisso Roma foi muito avarenta com ele. E pensar que havia imaginado belas mulheres loiras à sua disposição e tantos amigos com quem jogar sinuca. Mas logo descobriu que em Roma um preto tinha que tomar muito cuidado. ‘Se possível’, disse-lhe uma os chefes, ‘deveria fazer o possível para desaparecer.’
Ele havia imaginado Roma como um palácio a céu aberto, mas era toda mijada por cães humanos. E volta e meia o fedor de latrina lhe revirava o estômago. Mas nunca quanto a tristeza de ver quão pouco amado ele era pouco amado pela população. Às vezes, o desgosto por ele ficava muito claro com as cuspidas imprevistas de que ele se esquivava com grande maestria.
Eis porque precisava desaparecer, fazer-se invisível.”
Editora: Nós
Ano de publicação original: 2010
Número de páginas: 170
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A moça do internato, Nadiêjda Khvoschínskaia

Posted on 26 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
A moça do internato, Nadiêjda Khvoschínskaia

Primeira obra escrita por uma escritora russa que leio! É um livro curto, com uma narrativa fluida e que consegue envolver o leitor. Escrito em 1861, “A moça do Internato” conta a história de Liôlienka, uma garota jovem, boa aluna e nascida em uma pequena cidade do interior da Rússia. Sua juventude é contada a partir do contexto da época em que vive, em que as mulheres têm um papel pré-definido na sociedade patriarcal:  casar, cuidar da casa e dos filhos e respeitar as ordens do marido.

Apesar de ser uma filha obediente, seus comportamentos começam a mudar após conhecer seu vizinho, Veretítsin, um homem solitário e que foi mandado para essa pequena cidade do interior por seu comportamento de “rebeldia” aos valores tradicionais. Em suas conversas, o vizinho passa a brincar com a ingenuidade de Liôlienka, assumindo quase um papel de mentor. Veretítsin questiona as regras tão rígidas que a garota estava acostumada a seguir: estudar, cuidar da casa e dos irmãos, e aprender tarefas dignas de “boa esposa”. E esses diálogos, extremamente interessantes, despertam na protagonista conflitos internos e perturbadores, principalmente para uma jovem que mal sabe lidar com seus sentimentos. Esse seu amadurecimento tormentoso me lembrou bastante a trajetória de Virgínia, personagem marcante construída por Lygia Fagundes Telles em “Ciranda de pedra”.

A leitura fica ainda mais rica quando se percebe a coragem que Nadiêjda teve ao escrever uma obra com um discurso de emancipação da mulher em plena Rússia conservadora do século XIX. Apesar de um final não tão surpreendente, a autora conseguiu deixar clara a sua intenção de usar a literatura não apenas como entretenimento, mas também como um veículo de disseminação de crítica e insatisfação social.

A edição da @editorazouk , com tradução direto do russo, conta com um excelente prefácio do tradutor Odomiro Fonseca sobre o contexto histórico em que a obra foi publicada.

Ou seja, uma incrível obra sobre o papel da mulher em plena Rússia do século XIX e, o mais interessante, sob a perspectiva de uma poderosa e jovem estudante de uma cidade do interior.

Editora: Zouk

Ano de publicação da obra: 1986

Número de páginas: 168

 

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E aí, qual a nota?

Posted on 23 de julho de 2018 by bookster
E aí, qual a nota?

Uma dúvida bem recorrente aqui no @book.ster é sobre os critérios que uso para dar a nota aos livros. Antes de qualquer coisa, é sempre bom lembrar que eu não sou um crítico literário, não cursei letras e não trabalho nesse ramo. Na verdade, eu criei esse perfil justamente com o objetivo de mostrar que alguém leigo como eu também pode conversar sobre clássicos e sobre livros que fujam do comum. A leitura é para todos e todos podem falar sobre ela! As minhas notas, portanto, não refletem uma análise crítica e técnica das obras, mas tão somente a minha opinião pessoal, ou seja, a minha experiência com o livro. A nota que dou não é para o livro, mas para a minha experiência!

Por isso, o fato de eu não ter gostado de determinada obra, e ter dado uma nota mais baixa, não significa que você também não irá gostar. Pelo contrário: uma das partes mais interessantes da literatura é como cada leitor tem uma experiência única com cada livro. Tanto isso é verdade que em todas as resenhas que eu já postei aqui você vai encontrar comentários de pessoas que gostaram ou não do livro.

Confesso que já me questionei se deveria parar de dar notas, até por um certo receio de prejudicar alguma editora ou autor. Não posso ignorar que a página está crescendo e que muitas pessoas confiam na minha opinião. No entanto, resolvi manter essa forma de “avaliação” por dois motivos principais. Em primeiro lugar, quero que minhas resenhas sempre sejam fiéis à minha opinião, até por respeito aos “booksters” que me acompanham por aqui, sem que elas sejam influenciadas por fatores externos. Em segundo lugar, sempre procuro fazer as resenhas mostrando tanto as partes boas, como aquelas que não ME agradaram tanto. Ou seja, quero contar a minha experiência pessoal com a leitura, mas também quero apresentar para vocês um livro novo, que poderá ou não interessá-los, independente da minha opinião. Além disso, criei a página com essa proposta, de trazer uma avaliação mais objetiva (a nota) e outra mais subjetiva (a resenha) sobre cada livro, e quero perder essa essência!

E aí, o que vocês acham das notas aqui no @book.ster ? Quero saber a opinião de vocês!

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A gorda, Isabela Figueiredo

Posted on 20 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
A gorda, Isabela Figueiredo

A protagonista desse romance, Maria Luísa, é uma portuguesa nascida em Moçambique e enviada pelos pais para um colégio interno em Portugal quando ainda era bem jovem. Apesar de inteligente e  boa aluna, sua aparência acaba tornando a protagonista um alvo de piadas: Maria Luísa é gorda. Com o tempo, a protagonista aprenda a lidar com sua aparência física, muito embora essa sua característica afetará diversos aspectos de sua vida. Narrada em primeira pessoa, a história nos é contada por uma Maria Luísa fisicamente diferente, como já se denota na primeira frase do livro: “Quarenta quilos é muito peso. Foram os que perdi após a gastrectomia: era uma segunda corpo que transportava comigo. Ou seja, que arrastava”.

Assim, comecei a ler “A gorda” com a expectativa de encontrar um romance sobre os conflitos de uma jovem que sofre com o seu peso e com a sua imagem.  No entanto, diferente do que propõe, ao longo da leitura percebi que o “ser gorda” desempenha um papel muito mais secundário da obra de Isabela Figueiredo. O seu problema com o corpo aparece apenas em algumas passagens, de forma superficial. Na verdade, a narrativa é muito mais voltada para as angustias da protagonista, e sua relação conturbada com David, seu primeiro amor, e principalmente com seus pais, que depois se mudam para Portugal para viver com a filha. É, na minha opinião, um livro de memórias soltas e que marcaram a vida de Maris Luísa.

Essa expectativa não correspondida da proposta do livro talvez tenha contribuído – negativamente – para a minha experiencia com a leitura: achei um livro bom, mas com partes cansativas. Não há como negar que Isabela Figueiredo escreve muito bem, com passagens muito marcantes e que despertam reflexões no leitor. A autora mescla uma linguagem crua e afiada, com um forte – e ótimo – toque poético.

Também achei muito interessante a premissa utilizada pela autora para construir seu romance: cada capítulo tem como título um dos cômodo da casa em que Maria Luísa viveu com seus pais em Portugal e já inicia com a descrição de cada ambiente. A ideia é contar momentos marcantes de sua vida, por meio de um passeio com o leitor nos aposentos de sua casa.

Por fim, acho legar dizer que a obra aparenta ter toques autobiográficos. Isso porque, assim como Maria Luísa, a autora também nasceu em Moçambique e se mudou para Portugal, além de ter se submetido a uma gastrectomia. Essas semelhanças com certeza desempenharam um papel importante na relação da autora com “A gorda”, um livro carregado de memórias e emoções.

Editora: Todavia

Ano da edição: 2017

Número de páginas: 205

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A mulher que escreveu a bíblia, Moacyr Scliar

Posted on 15 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
A mulher que escreveu a bíblia, Moacyr Scliar

Essa obra foi uma grande surpresa para mim, ainda mais por nunca ter lido nada de Moacyr Scliar! Em “A mulher que escreveu a bíblia”, uma mulher dos nossos tempos faz uma consulta sobre suas vidas passadas e descobre que já foi uma das esposas de um rei famoso na nossa história – o Rei Salomão.
A partir daí, o autor volta a esse passado e constrói, com uma narrativa em primeira pessoa, a vida dessa mulher. Seu pai, um chefe tribal, decidiu oferecê-la ao Rei Salomão, para conseguir garantir uma boa relação da tribo com a coroa. Como consequência, a mulher – cujo nome não é revelado – para a ser mais uma das mais de 700 esposas do rei.
A narrativa mescla de forma muito interessante – e cômica – a relação do Rei Salomão a sua nova esposa, a mais feia de todas, mas a única que sabia escrever. Por ser feia, a mulher foi inicialmente rejeitada pelo rei. No entanto, após descobrir a sua rara capacidade de ler e escrever, o Rei Salomão lhe atribui a incumbência – nada fácil – de reescrever a história da humanidade, principalmente do povo hebreu. “A mulher que escreveu a bíblia” é uma leitura muito rápida, divertida e descomplicada, abordando, com um forte toque de ironia, temas como religião, história, sexo e culto à beleza. Recomendadíssimo!!! E aí, alguém me recomenda o próximo livro de Moacyr Scliar? .
. “Por que precisavas te meter a besta?
Já não bastava tua feiura, tinhas de bancar a inteligente?” .

 

https://amzn.to/2uZdCku

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Próxima geração de leitores – Dicas de livros para crianças e adolescentes

Posted on 12 de julho de 201816 de janeiro de 2026 by bookster
Próxima geração de leitores – Dicas de livros para crianças e adolescentes

Próxima geração de leitores! É muito comum receber mensagens pedindo dicas de livros para indicar para jovens. E a intenção é sempre a mesma: incentivar a criança ou o adolescente a criar o hábito da leitura desde cedo, em um ambiente cercado de redes sociais e distrações tecnológicas e no qual a literatura é pouco presente. Não há dúvidas de que o gosto pela leitura pode ser alimentado ainda quando criança e que, quanto antes o livro passar a ocupar um espaço na rotina de alguém, maiores são as chances de se tornar um leitor habitual.

 

Eu já nasci em uma geração bem “infectada” pela tecnologia, mas tive a sorte de logo encontrar o gosto pela leitura e passar a sempre ter algum livro na cabeceira. Mas também é verdade que eu ficava um pouco perdido no momento de escolher o próximo livro, o que pode ter contribuído para que eu não lesse tanto assim. Tanto isso é verdade que até cerca 3 anos atrás, lia no máximo 10 livros por ano! Lembro de pegar a lista de mais vendidos em revistas, porque achava que aqueles seriam os “melhores” livros. Sei que li MUITOS livros que não tinham nada a ver comigo ou com os meus interesses. Na foto decidi colocar três livros que exerceram um papel na minha formação como leitor, ainda quando mais jovem. Posso até dizer que eles estão colocados em uma certa linha cronológica, tendo cada um sido importante em uma fase da minha infância e adolescência.

 

Então, resolvi escrever esse post, pois acho essencial que o jovem seja bem guiado ao entrar no mundo da leitura. Para começar, temos que ter em mente que o gosto é individual e que dificilmente o primeiro livro já fisgará esse futuro leitor. No entanto, é importante mostrar que há um universo repleto de opções e que em alguma delas ele irá se identificar. Por isso, na hora de escolher um livro para um jovem é importante, antes de tudo, considerar obras com temas que conversem com a personalidade, a realidade e os gostos da pessoa.

 

Decidi fazer uma lista com uma seleção de indicações para jovens leitores, além dos livros indicados na foto:

– O apanhador no campo de centeio, J. D. Salinger;

– A droga da obediência, Pedro Bandeira;

– O mundo de Sofia, Jostein Gaarder;

– A revolução dos bichos, George Orwell;

– O diário de Anne Frank;

– O sol é para todos, Harper Lee;

– Hobbit, J. R. R. Tolkien;

– Livros da Agatha Christie;

– Livros do Sherlock Holmes;

– Maus, Art Spiegelman;

– As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley;

– O caçador de pipas, Khaled Hosseini;

– O código da Vinci, Dan Brown;

– O ódio que você semeia, Angie Thomas;

 

 

Deixe sua dica aqui nos comentários! Quais livros marcaram sua infância e adolescência?

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