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Graciliano tem uma habilidade admirável de criar personagens com densidade psicológica, quase como se pudessem sair andando pelas páginas. Em “Angústia”, talvez o autor tenha conseguido criar o mais real deles, Luís Pereira da Silva, e isso justifica o título da obra, já que o leitor realmente compartilha esse sentimento atormentador com o protagonista.

NOTA 9/10

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Em seu romance de estreia, o jovem autor brasileiro nos apresenta uma história forte sobre traumas, relações familiares e sexualidade. E tudo isso a partir de um retorno, da busca às origens: Marcelo, o protagonista, volta a sua cidade natal por conta da doença que acomete seu pai e se depara com resquícios - extremamente doloridos - de um passado conturbado.

NOTA 8,5/10

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NOTA

#DesafioBookster2024 | Favereiro

Mês: Fevereiro
Sentimento: Amor
Livro: Felicidade conjugal, de Lev Tolstói

O título engana: nesse mês ainda não vamos mergulhar na felicidade, mas sim no amor em suas várias fases. Nesse clássico do Tolstói, acompanhamos desde o amor urgente, em que perdemos nosso chão, até o amor maduro, calmo. E encontrarmos frustrações de um casamento entre uma jovem e um homem mais velho de forma realista, abordando toda a vivacidade da juventude, a paixão, o desejo de conquistar e viver aventuras. O amor é universal e, por isso, um livro publicado em 1859 ainda pode ser muito atual.

Sinopse:
“Publicada em 1859, quando o escritor tinha pouco mais de trinta anos, Felicidade conjugal é talvez a primeira obra-prima de Lev Tolstói e prenuncia um tema que terá importância fundamental na vida do autor russo – o tema do desejo, neste caso apreendido do ponto de vista feminino. Segundo Boris Schnaiderman, Tolstói escreveu uma novela em que “o humano e o literário encontram o seu máximo de expressão.”

PS: Comprem o ebook com essa capa, porque a tradução é muito confiável! As outras disponíveis não são traduções direto do russo.

E no final do mês teremos uma conversa com uma especialista nesse tema tão atemporal! Quem vem com a gente?

@editora34
128 páginas
Tradução: Boris Schnaiderman

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Quem vive em grandes centros urbanos, é usuário recorrente das redes sociais, precisa trabalhar para pagar os boletos e ainda tem uma lista longa de obrigações para tentar atender as exigências e pressões que a sociedade exerce em nós, está exausto. Estamos chegando - ou extrapolando - nossos limites e assuntos como saúde mental, solidão e falta de tempo livre vêm à tona.

NOTA Como considero a autora uma amiga, prefiro não dar nota (passarei a fazer isso).