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Em “O filho de mil homens”, a narrativa é construída a partir de situações simples. É a história de um pescador solitário, Crisóstomo, que conhece um garoto órfão, chamado Camilo. É a história de uma família criada a partir de laços que fogem do convencional. E para acompanhar as emoções que percorrem a história de Crisóstomo e Camilo, o autor nos apresenta diferentes personagens, cada um com seus próprios conflitos. Cada um vive e sofre do seu jeito os problemas que encontram na pequena aldeia, mas que também estão presentes em todo canto: machismo, homofobia e outras formas de discriminação. Mas é justamente no meio dessas falhas de uma sociedade, que cada busca no outro um pedaço daquele seu vazio, daquela metade que lhe falta… E não é para isso que deveriam servir o amor e o afeto?

Fica até difícil para mim, como leitor, contar mais sobre o que você pode encontrar nesse livro. Até porque, como sempre falo, um livro vai muito além de uma história. Nesse caso, a leitura de “O filho de mil homens” vale pela experiência, que nos deixa marcas – e também exige muitas marcações (haja post-its). Por isso, a recomendação é fácil e serve para qualquer um que quer um conhecer um pouco do ser humano, do que é ser humano.

E antes que me perguntem: acho que esse livro é uma boa opção para quem quer iniciar na obra de @valterhugomae !

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