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FICÇÃO

Sobre a terra somos belos por um instante, de Ocean Vuong | Resenha

Em meio ao mês do orgulho LGBTQIA+, comecei essa leitura, muito bem indicada por Mia Couto no @dariaumlivropodcast, sem saber que a obra do autor vietnamita - que acaba de ser traduzida para o português - continha uma temática gay. Ocean Vuong é muito conhecido por suas obras de poesia e “Sobre a terra somos belos por um instante” foi sua primeira aventura em um romance.

NOTA 9/10

FICÇÃO

Vamos comprar um poeta, de Afonso Cruz | Resenha

Nas poucas páginas que compõem esse livro, fica evidente a genialidade do autor português - característica que eu já tinha escutado de outros leitores. A obra foge totalmente daquele conceito de romance que estamos acostumados a ler.

NOTA 10/10

DIVERSOS

NOTA

#DesafioBookster2020 | Fevereiro

#DesafioBookster2020
Mês: Fevereiro
Tema: Ficção histórica
Livro escolhido: “Eu, Tituba – bruxa negra de Salem”, de Maryse Condé

Vamos ao livro escolhido em fevereiro para o desafio Bookster 2020? Lembrando que se você não conhece o desafio ou quer começar a partir desse mês, corre lá no destaque dos stories chamado “Desafio2020”, que tem tudo explicado. 

O gênero literário do mês é a ficção histórica, que pode ser definido como uma obra que mescla aspectos históricos verídicos com ficção. Basicamente, o autor narra uma situação ficcional no passado, incorporando características reais daquele período. 

Apesar de ser um gênero bem comum, com diversos clássicos amplamente conhecidos, resolvi escolher um livro que chegou há pouco tempo no Brasil. Eu não o conhecia até receber no final de 2019 do @grupoeditorialrecord … e, logo quando vi a sinopse, fiquei muito interessado e com vontade de inclui-lo na lista de próximas leitura. 

Premiado com importantes prêmios literários, a obra da autora caribenha reconta o famoso caso dos julgamentos das bruxas de Salem, no final do século XVII, a partir da perspectiva de Tituba, uma personagem “silenciada por três séculos, devido à implacável historiografia racista”. Tituba era uma mulher negra, escravizada, originária de Barbados, e que passou a ser perseguida por uma histeria coletiva puritana, sendo acusada de bruxaria. E, por meio da ficção, a autora vai preenchendo as lacunas deixadas em nossa história.

Maryse Condé foi vencedora do The New Academy Prize in Literature, premiação criada como alternativa ao Nobel Prize de 2018, suspenso após a polêmica de abusos sexuais. A edição conta com prefácio de ninguém menos que Conceição Evaristo e com tradução premiada da Natalia Borges Polesso.

Quem aí vai me acompanhar na leitura? Para quem preferir outra escolha, seguem algumas indicações: “Kindrer”, de Octavia Butler; “Orgulho e preconceito”, de Jane Austen; “A mulher de pés descalços”, de Scholastique Mukasonga; “O tempo entre costuras”, de Maria Dueñas; e “A casa dos espíritos”, de Isabel Allende.

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