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Pacientes que curam, de Julia Rocha | Resenha

Adoro livros que envolvem o universo médico e, por conta disso, já havia recebido várias indicações do livro da Julia Rocha, - mulher, negra, mãe, cantora e que, além de tudo isso, também é médica da família. Em textos curtos, a autora compartilha com os leitores a sua vivência como médica do Sistema Único de Saúde (SUS - aliás, viva o SUS!).

NOTA 9/10

FICÇÃO, LIVROS

Violeta, de Isabel Allende | Resenha

Já imaginou ler a história de alguém que nasceu em meio a gripe espanhola, na década de 20, e viveu para testemunhar o mundo paralisado pela pandemia em pleno 2020? Bom, é justamente essa linha de tempo contemplada por “Violeta” que, ainda por cima, conta com a escrita fantasiosa de Allende.

NOTA 9/10

Desafio Bookster

NOTA

#DesafioBookster2019 | Novembro

#desafiobookster2019
Tema de novembro: Racismo
Livro escolhido: “Úrsula“, de Maria Firmina dos Reis

Como havia prometido, vou mostrar para vocês a minha escolha do desafio @book.ster para esse mês, assim como outras dicas ao final do post. Se você só chegou agora por aqui, comece o desafio a partir desse mês!

No mês em que se celebra o “Dia da consciência negra”, o livro escolhido é o primeiro romance brasileiro escrito por uma mulher negra, em 1859. Pela data de publicação, conseguimos ter uma breve noção das adversidades em meio às quais Maria Firmina dos Reis escreveu a sua obra. Isso, por si só, já revela a importância do livro para a história brasileira. O que me espanta, no entanto, é o motivo pelo qual demorei tanto para conhecer o livro. E não acho que seja uma percepção só minha: apesar de sua importância, “Úrsula” foi uma obra esquecida por muito tempo e apenas recentemente contou com novas edições que tentam resgatá-la. Então, para tentar dar destaque a uma obra esquecida, nada melhor do que lê-la! •
Nessa narrativa, Maria Firmina dos Reis constrói um romance conturbado entre Tancredo e Úrsula, ao mesmo tempo que traça críticas à escravidão. “Retrata homens autoritários e cruéis, mostrando atos inimagináveis de mando patriarcal e senhorial em um sistema que não lhes impõe limites”.

Além do escolhido, indico: “O sol é para todos”, de Harper Lee, “O olho mais azul”, de Toni Morrison; “Um defeito de cor”, de Ana Maria Gonçalves; “A cor púrpura”, de Alice Walker; “A cabana do pai Tomás”, de Harriet Beecher Stowe; “Eu sei por que o pássaro canta na gaiola”, de Maya Angleou”; “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro; e “Americanah”, de Chimamanda Adichie. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
E você, já escolheu sua leitura de novembro?

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NOTA 10/10