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LIVROS, NÃO FICÇÃO

Pacientes que curam, de Julia Rocha | Resenha

Adoro livros que envolvem o universo médico e, por conta disso, já havia recebido várias indicações do livro da Julia Rocha, - mulher, negra, mãe, cantora e que, além de tudo isso, também é médica da família. Em textos curtos, a autora compartilha com os leitores a sua vivência como médica do Sistema Único de Saúde (SUS - aliás, viva o SUS!).

NOTA 9/10

FICÇÃO, LIVROS

Violeta, de Isabel Allende | Resenha

Já imaginou ler a história de alguém que nasceu em meio a gripe espanhola, na década de 20, e viveu para testemunhar o mundo paralisado pela pandemia em pleno 2020? Bom, é justamente essa linha de tempo contemplada por “Violeta” que, ainda por cima, conta com a escrita fantasiosa de Allende.

NOTA 9/10

Desafio Bookster

NOTA

#DesafioBookster2020 | Abril

Mês: Abril
Gênero: Fantasia
Livro escolhido: “Kindred”, de Octavia E. Butler

Não se assustem com o que está escrito na capa do livro escolhido: apesar de a autora ser conhecida por suas obras de ficção científica, “Kindred” está muito mais para o gênero da Fantasia. Mas o que diferencia os dois? Enquanto ficção científica lida com temas relacionados ao futuro, ciência e tecnologia, a fantasia está ligada a fenômenos sobrenaturais e mágicos.

No livro escolhido, a personagem principal passa por experiências inexplicáveis em que é levada ao século XIX, no sul dos EUA, um lugar perigoso para uma mulher negra, em que leis segregavam os brancos dos negros. E, aliando essas viagens no tempo, o livro vai despertar reflexões sobre racismo e escravidão.

Para quem preferir outra escolha, seguem algumas indicações: “Circe”, de Madeline Miller; “As brumas de Avalon”, de Marion Bradley; “Harry Potter”, de J. K. Rowling; “Terra das mulheres”, de Charlotte Gilman; “O feiticeiro de Terramar”, de Ursula K. Le Guin; e “A rainha do Ignoto”, de Emília Freitas.

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O complexo de Portnoy, de Philip Roth | Resenha

Polêmica. A leitura de uma das obras mais conhecidas de Philip Roth deixa nítida a intenção do autor em causar um incômodo no leitor, se valendo da temática da masturbação e dos conflitos familiares como objeto central das angústias e insatisfações do personagem principal.

NOTA 7,5/10

Desafio Bookster, FICÇÃO

Eu,Tituba – bruxa negra de Salém, de Maryse Condé | Resenha

NOTA