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FICÇÃO, LIVROS

Herança, de Miguel Bonnefoy | Resenha

Quando recentemente estive na França, via "Heritage" em evidência nas estantes das livrarias que visitei. Curioso, fui logo pesquisar mais do livro, que venceu o Prix des Libraires 2021, e percebi que era o mesmo que há pouco havia recebido da @editoravestigio! Comecei a leitura sem saber o que esperar, já que a obra chegou recentemente nas livrarias brasileiras e ainda não tinha visto a opinião de alguém que já tivesse se aventurado por essas páginas... E que surpresa maravilhosa!

NOTA 9,5/10

LIVROS, NÃO FICÇÃO

Paula, de Isabel Allende | Resenha

Começar um livro sobre uma mãe que aguarda a morte de sua filha doente ao seu lado é algo que pode ser impensável para muitos. Temos nossos limites em conhecer o sofrimento do outro, mas a verdade é que esse livro não trata apenas da tristeza e do medo de uma perda irreparável.

NOTA 10/10

DIVERSOS

NOTA 8,5/10

Sobre os ossos dos mortos, de Olga Tokarczuk | Resenha

Quando a gente começa uma leitura de uma ganhadora do Prêmio Nobel, é difícil deixar as expectativas baixas. No caso da escritora polonesa, não conhecia o seu trabalho até o anúncio do prêmio em 2019 – mas, para a nossa sorte, a @todavialivros já estava editando esse livro.

Vamos à obra… Com uma temática bem atual, ligada ao direito dos animais, laços de amizade e à própria condição humana, Olga nos coloca para seguir os passos de Dusheiko, uma professora aposentada e astróloga, cujas ideias causam estranhamento nos habitantes de uma fria e remota cidade da Polônia.

Já no início, um assassinato intriga os moradores do vilarejo e os principais suspeitos são, na opinião da protagonista, os próprios animais da região. E nesse cenário de incertezas, novas mortes vão sendo denunciadas – sempre em condições misteriosas.

Em paralelo aos crimes cometidos, a autora desenvolve a personagem de Dusheiko e suas relações com os demais moradores. E esse foi, na minha opinião, o ponto mais interessantes da narrativa. Dusheiko é má compreendida, sendo taxada de “doida” quando, na verdade, tem apenas uma visão de mundo mais dolorosa. Ela parece entender o que está por trás das ações do ser humano e reconhece o seu dever e responsabilidade com o meio ambiente.

A obra também é muito bem escrita, com passagens carregadas de um humor ácido e inteligente. No meio da leitura, senti uma maior lentidão no desenvolvimento da história… mas, como disse, acho que a intenção da autora não foi criar apenas um livro de suspense, e sim despertar reflexões atuais no leitor.

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Um conto de Natal, de Charles Dickens | Resenha

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