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Relato de um náufrago, de Gabriel García Márquez | Resenha

Publicada em vários capítulos no Jornal El Espectador, em 1955, “Relato de um náufrago” é uma das primeiras obras escritas por Gabriel García Márquez e nos apresenta um texto jornalístico, que causou fortes impactos na sociedade da época. A narrativa traz em detalhes os 10 dias de Velasco, um marinheiro que é arremessado, junto com outros colegas, de um navio durante uma tempestade em fevereiro de 1955. Velasco foi o único sobrevivente da tragédia e ficou à deriva sozinho em uma pequena balsa por 10 dias até ser encontrado em condições extremas.

NOTA 9/10

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O retorno, de Dulce Maria Cardoso | Resenha

A literatura portuguesa já conquistou meu coração de leitora há anos, com várias obras entrando para a minha lista de favoritas da vida. O que sempre me incomodou, confesso, era a pouca presença de autoras mulheres nas minhas leituras. O Retorno, de Dulce Maria Cardoso, estava na minha estante há tempos - e fico muito feliz de finalmente ter dado uma chance a ele. Fui imediatamente envolvido pela narrativa e pela força da temática.

NOTA 9/10

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NOTA

Livro físico ou eReader?

Livro físico ou eReader? É bem comum receber perguntas sobre os eReaders, se vale a pena o investimento e se é fácil de se acostumar! Eu tenho um eReader há um certo tempo, mas confesso que não consigo me desapegar do livro físico (na verdade, quase não uso meu Kindle). Digo desapegar porque, na minha opinião, os eReaders têm de fato mais “vantagens” e são uma excelente alternativa para quem tem o hábito de ler. São mais leves (acho que a foto acima deixa isso bem claro), mais práticos de levar para qualquer lugar, costumam ter uma bateria que dura bastante, possuem dicionários embutidos e, normalmente, os livros digitais são mais baratos. Mas então, por que eu continuo com os livros físicos? Acho que não é uma decisão muito racional… É meio clichê falar, mas eu gosto de ter o livro comigo, sentir o progresso da leitura com o avançar das páginas. Gosto de poder entrar em uma livraria, folhar os livros e sair com um novo comigo. Gosto de terminar um livro, colocar de volta na estante e, em seguida, ficar procurando a próxima leitura (até porque meu quarto está quase virando uma livraria, kkkk).

Além disso, apesar de também ser possível marcar as partes que eu mais gosto no livro digital, prefiro colocar os meus  post-its e  – mesmo que eu nunca volte para ler o trecho marcado – poder ver que eles estão lá! Às vezes, quando terminava um ebook, ficava com a sensação que eu não tinha de fato lido o livro ou que, por não tê-lo fisicamente, iria esquecer em breve! Acho que são manias, mas tenho certeza de que não sou o único. Pelos perfis que sigo aqui no Instagram, percebo que tem muita gente que ainda não conseguiu mudar para o eReader. Para mim, não é nem questão de conseguir, eu simplesmente não quero deixar de ler os livros físicos, mas não ignoro a possibilidade de essa minha opinião mudar mais para frente.

Então, quando me perguntam se eu recomendo comprar um eReader, a resposta é sempre positiva! Acho que têm muitos aspectos positivos e se você não liga tanto para essas manias, a escolha fica ainda mais fácil. Já em relação ao modelo do eReader, os mais famosos são o Kindle, Kobo e Lev. Na época em que comprei meu primeiro Kindle, dei uma boa pesquisada e cheguei à conclusão de que ele era de fato o melhor – apesar de ser o mais caro. Mas também nunca tive nenhum dos outros para poder confirmar essa afirmação.

E vocês?

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Com a proposta de trazer ao leitor 13 contos sobre a infância e adolescência nas favelas cariocas, o livro de estreia de Geovani Martins, nascido em Bangu e criado no Vidigal, vem sendo vendido como um novo fenômeno literário.

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