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LIVROS, NÃO FICÇÃO

Pacientes que curam, de Julia Rocha | Resenha

Adoro livros que envolvem o universo médico e, por conta disso, já havia recebido várias indicações do livro da Julia Rocha, - mulher, negra, mãe, cantora e que, além de tudo isso, também é médica da família. Em textos curtos, a autora compartilha com os leitores a sua vivência como médica do Sistema Único de Saúde (SUS - aliás, viva o SUS!).

NOTA 9/10

FICÇÃO, LIVROS

Violeta, de Isabel Allende | Resenha

Já imaginou ler a história de alguém que nasceu em meio a gripe espanhola, na década de 20, e viveu para testemunhar o mundo paralisado pela pandemia em pleno 2020? Bom, é justamente essa linha de tempo contemplada por “Violeta” que, ainda por cima, conta com a escrita fantasiosa de Allende.

NOTA 9/10

CLÁSSICOS, FICÇÃO

NOTA 7,5/10

O cão dos Baskerville, Arthur Conan Doyle

Nessa obra, Holmes, e seu companheiro Watson, precisam desvendar o mistério por trás da morte de Charles Baskerville e da lenda de que teria sido assassinado por um cão fantasma que assombra a família Baskerville há várias décadas. No todo, gostei do livro, mas confesso que estava esperando um enredo mais complexo e um aprofundamento maior dos personagens. Comparando com outros romances investigativos contemporâneos, não achei que O cão dos Baskerville tenho algo que se destaque. No entanto, a análise dessa obra deve levar em conta a época em que foi publicado – 1902 – o que justamente é uma das intenções do #desafiobookster2018. De fato, Sir Conan Doyle foi um marco no gênero de literatura policial, Sherlock Holmes foi o primeiro investigador do romance policial que usou o método científico e a lógica dedutiva para desvendar os crimes. Por isso, é evidente que naquela época a obra deve ter tido um impacto muito maior nos leitores. Também é importante lembrar que O cão dos Baskerville foi publicado em partes, em uma revista, o que deveria criar nos leitores uma grande ansiedade pela próxima edição. Além disso, não tem como negar a capacidade que o autor tem de trazer o leitor para participar da história, tentando desvendar o mistério na medida em que novas informações são apresentadas. A escrita é instigante e bem fluída, com uma grande quantidade de diálogos. Na minha opinião, um dos pontos mais interessantes dessa obra foi a áurea de sobrenatural que paira ao longo de toda narrativa. Resumindo, é um clássico da literatura policial, gostoso de ler, mas que ficou aquém das minhas expectativas. Talvez eu precise ler outros livros do Sherlock Holmes para concluir se o “problema” foi a história em si ou se a escrita de Sir Conan Doyle não me empolga tanto.

 

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A resistência, Julián Fuks

O que parece ser um livro voltado para os problemas políticos da ditadura na Argentina, como a sinopse e o próprio marketing feito sobre a obra sugerem, é, na verdade, um livro de memórias, repleto de boas reflexões.

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