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NOTA

Ozymandias, de José Roberto de Castro Neves | Resenha

Uma narrativa envolvente que transporta a mitologia grega para a nossa atmosfera brasileira. Castro Neves, um dos mais recentes membros da Academia Brasileira de Letras, constroi uma obra inovadora e que revela a sua ampla bagagem cultural. Com referências que vão de Shakespeare a contos iorubás, “Ozymandias” apresenta ao leitor uma história fragmentada.

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NOTA 9/10

10 minutos e 38 segundos neste mundo estranho, de Elif Şafak | Resenha

A premissa desse livro, da autora turca Elif Shafak, é incrível e afeta diretamente a estrutura da narrativa. A obra parte de um dado sobre o funcionamento do nosso corpo, com base em observações científicas: após o coração parar de bater, o nosso cérebro ainda apresentaria atividades por até 10 minutos e 38 segundos. E Elif Shafak se vale dessa informação para dar início a história de Leila Tequila, já que logo na primeira página nos deparamos com a informação que a protagonista teria sido assassinada.

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NOTA 9/10

Carta ao pai, de Franz Kafka | Resenha

Quais os impactos que uma relação conturbada entre com o pai pode trazer para a vida de um filho? A partir de uma longa carta escrita por Kafka ao seu pai, Hermann Kafka, em 1919, podemos concluir que as marcas são duradouras e complexas. O texto é muito potente e nos dá a sensação de mergulhar na intimidade de alguém, como se estivéssemos abrindo um diário que nunca deveria ter sido lido.

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NOTA 9/10

Da próxima vez que você cair do cavalo, de Panayotis Pascot | Resenha

Sexualidade, relações familiares e saúde mental. Três temas que despertam muito meu interesse e que marcam o fio narrativo da obra de estreia do francês Panayotis Pascot. Depois de conquistar sua fama nos palcos de stand-up comedy, o humorista mergulha em suas memórias para escrever um livro impactante e que dialoga com muitas das questões enfrentadas pelas gerações atuais.

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NOTA 9/10

Andaimes, de Mario Benedetti | Resenha

O título da obra já antecipa a estrutura que Benedetti, um dos maiores nomes da literatura uruguaia, usou para construí-la: um romance fragmentado. São 75 pequenos capítulos, denominados de andaimes pelo autor, que têm como tema principal o regresso de um cidadão uruguaio para sua terra natal depois de mais de 10 anos de exílio.

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NOTA 7,5/10

O pavilhão dourado, de Yukio Mishima | Resenha

O ritmo acelerado que vivemos ultimamente vem colocando a pausa e o silêncio como grandes - e incômodos - inimigos. E foi na contramão desse fenômeno que a leitura de um dos principais autores japoneses do século passado atingiu os leitores do meu clube do livro, o Bookster pelo Mundo. Uma obra escrita em 1956, em uma sociedade completamente distinta da nossa e que tinha como protagonista um monge de um templo budista zen, acabou se tornando uma leitura desafiadora - e, para mim, uma experiência muito marcante.

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NOTA 9/10

Homem comum, de Philip Roth | Resenha

É comum encontrarmos na literatura a descrição de acontecimentos extraordinários e vidas marcadas por grandes momentos. No entanto, há grandes autores com a habilidade de construir histórias memoráveis sobre vidas comuns, rotinas insossas e partidas sem legados. Já li diferentes obras com essa abordagem e, quando bem feita, consegue me impactar de uma forma única.

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